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  • Priscila Raso

Tríade da mulher atleta


Quando a mulher tem uma diminuição excessiva do estrógeno gera condições crônicas de hipoestrogenismo podendo resultar à osteoporose.

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Essa condição ocorre em atletas mulheres, praticantes de atividade física de alta intensidade que não possuem uma rotina alimentar adequada, com baixo peso e emagrecimento rápido e exagerado.

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O nível de exigência nas competições, as demandas de treino altíssimas e a pressão psicológica para obterem de resultados são a base do problema.

A alimentação sem orientação adequada por um período de tempo prolongado resulta na baixa demanda energética que, associada com atividade física intensa, pode gerar distúrbios menstruais graves, como a oligomenorréia e a amenorreia, sendo que, o estrógeno apresenta efeito protetor na mulher, ou seja, quando essa apresenta ciclos menstruais regulares significa que há regularidade na quantidade de estrógeno e progesterona em seu tecido ósseo, além disso, aumenta a eficiência da absorção intestinal do cálcio, diminui a sua excreção urinária e reduz a taxa de remodelação óssea, que, se excessiva, favorece a reabsorção em detrimento da formação óssea. Quando a mulher tem uma diminuição excessiva do estrógeno gera condições crônicas de hipoestrogenismo podendo resultar à osteoporose.

É muito particular fazendo-se necessária uma equipe multidisciplinar para aprimorar o desempenho das atletas; o nutricionista ofertando calorias suficientes para a manutenção de massa muscular, para manter o ciclo menstrual regular e com isso, evitar maiores comprometimentos devido ao treinamento intenso.

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SÃO PAULO

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Nutricionista
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